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ORGANOGRAMA GERAL DA FUNDAÇÃO LUSÓFONA
ESTRUTURA ORGÂNICA
A Fundação Lusófona possui uma estrutura única para a disposição e gerenciamento de seus órgãos internos especiais em relação direta com a Estrutura Organizacional existente.
Estes órgãos são caracterizados por possuírem atribuições e responsabilidades administrativas, e operacionais extremamente relevantes para o funcionamento da Fundação Lusófona e, portanto, centralizam a organização destas atividades dentro de suas estruturas.
Esta página descreve apenas os órgãos especiais de caráter de Superintendência; os demais órgãos especiais relacionados especificamente com Instalações Seguras individuais estão relacionados nos respectivos dossiês das instalações.
CL5
Devido a sua independência institucional, a Fundação Lusófona possui seu próprio Conselho Supervisor ("Overseer Council") completamente desvinculado do Conselho O5 ("O5 Council") da Fundação Anglófona. O Conselho Lusófono de Diretores, designado CL5, é o corpo superintendente de diretores executivos responsável pela administração, e organização da Fundação Lusófona a nível institucional.
Sua função primária é lidar com a burocracia no maior nível administrativo da instituição, formando a última instância administrativa da Fundação Lusófona. Os membros do CL5 possuem jurisprudência para tomarem decisões unilaterais para a manutenção das operações da Fundação Lusófona.
Os membros do CL5 são nomeados "Diretores do Conselho Lusófono", e designados dos números 1 ao 5 (CL5-1 a CL5-5), ou, em alguns casos, dos números 1 ao 13 (CL5-1 a CL5-13). Os membros são burocratas extremamente especializados, com um conjunto de habilidades de interesse; seja por competências técnico-científicas, influência social, e até mesmo afluência. Os membros do CL5 exercem suas funções por tempo indeterminado; quando um membro é desligado do Conselho, os demais Diretores deliberam, e escolhem um novo indivíduo para ocupar a posição.
Estes membros gerenciam as ações institucionais da Fundação Lusófona por meio da aplicação de estratégias, coordenação de operações, gestão de recursos, e planejamento; com ênfase na capacidade, e necessidade de delegar certas atividades, e funções estruturalmente entre os Superintendentes, e Diretores de Instalação.
Em consequência desta organização estrutural, o CL5 raramente tem contato direto com anomalias, projetos, ou recursos humanos que não são de especial interesse para a Fundação Lusófona a nível institucional. É relevante atentar que atividades de base como autorização de testes, classificação de anomalias, etc, que podem ser, simplesmente, efetuadas por outros níveis da estrutura não chegariam ao CL5 para deliberação, e seriam resolvidas na própria Instalação, ou Projeto.
COMITÊ DE ÉTICA
O Comitê de Ética é um órgão técnico organizado na forma de conselhos comissionados responsáveis pela fiscalização, e regularização das práticas institucionais da Fundação Lusófona com o intuito de auditar, e zelar pela manutenção, e tomada de decisões administrativas, e técnicas no que se concerne a matérias de ética institucional, e profissional dentro da missão de Segurança, Contenção, e Proteção.
O primeiro nível do Comitê de Ética é o Institucional; é organizado numa Superintendência especial administrativa responsável por dar todo o suporte necessário para que as comissões éticas compreendidas nos demais níveis da Fundação Lusófona sejam capazes de cumprir seu papel. Em casos mais específicos, o Comitê de Ética Institucional funciona como a última instância administrativa, e julgadora de processos de ética na Fundação Lusófona.
O segundo nível do Comitê de Ética é o de Instalação; é organizado num Departamento especial dentro de uma Instalação. Neste nível, o Comitê de Ética é responsável por administrar, e gerenciar os assuntos éticos específicos daquela Instalação.
Sendo um comitê, o Comitê de Ética é um corpo multidisciplinar de especialistas, e representantes funcionais da Fundação Lusófona atribuídos com as funções de avaliar, ouvir, deliberar, e julgar sobre procedimentos éticos-disciplinares, fiscalizarem as práticas institucionais, e profissionais da Fundação Lusófona, e seus recursos humanos, além de exararem pareceres técnicos sobre diligências, e matérias que concernam a ética.
Em especial, o Comitê de Ética ainda tem a função de assegurar os interesses dos profissionais contratados pela Fundação Lusófona, atuando na garantia, e manutenção de condições de trabalho seguras, e na aplicação de beneficiamentos.
DAASI
A Diretoria de Administração de Arquivos e de Segurança de Informação (DAASI) é uma entidade especial responsável por administrar institucionalmente todos os arquivos, artefactos de informações (material arquivístico, bibliográfico, documental, etc), as plataformas e sistemas que formam a Base de Dados da Fundação Lusófona, com atenção especial às informações confidenciais. É a equivalente da RAISA da Fundação Anglófona.
É responsável pela manutenção, e preservação da memória institucional da Fundação Lusófona, mantendo um amplo repertório arquivístico contemporâneo, e histórico de materiais bibliográficos, documentais, ou outros artefactos de informação relevantes.
Suas atividades de gerenciamento existem desde o momento da aquisição de uma informação, a manutenção de sua qualidade, utilidade, e então acessibilidade ao ser distribuída à custódia para indivíduos que devem ter acesso a informação, até seu arquivamento, ou destruição.
Seu papel-chave na proteção de informações confidenciais ocorre por meio de auditorias, e planejamentos estratégicos para atender quaisquer necessidades quanto a compartimentalização, e confidencialidade de informações, identificando-os e classificando-os taxonomicamente para administrar acessos, e autorizações aos sistemas arquivísticos institucionais físicos, e digitais.
Em suma, suas funções incluem a administração, análise, armazenamento, arquivamento, asseguração, auditoria, catalogação, desenvolvimento, edição, indexação, manutenção, pesquisa, redação, recuperação, retenção, preservação, e até mesmo a destruição destes artefactos, bem como a avaliação, controle, desenvolvimento, estruturação, gerenciamento, e processamento necessários para todos os sistemas de tecnologia de informação da Fundação Lusófona.
A DAASI existe apenas em a nível de Superintendência, e está integrada em todas as Instalações da Fundação Lusófona dentro dos departamentos, e setores relevantes. É constituída especialmente por arquivistas, e outros profissionais especialistas na manutenção, e segurança de informações.
Atualmente, a DAASI é administrada pela superintendente Dra. Maria Joana.
SAL
Também conhecida internamente como "Superintendência de Assuntos Infernais", a Superintendência de Assuntos Legais funciona como o órgão institucional central, e unificador para administrar, conduzir, desenvolver, prestar suporte, e quaisquer outras necessidades relativas a assuntos de cunho jurídico-legal (anômalo, ou não-anômalo) de interesse da Fundação Lusófona, inclusive a prestação de representação jurídica por meio de sua Procuradoria Geral.
Possuem também um papel-chave na manutenção do Véu, utilizando procedimentos legais para encobrir a aquisição e regularização dos ativos e passivos da Fundação Lusófona, especialmente quanto a ações que precisem da cooperação governamental, ou ações comerciais/empresariais das empresas-fachada da Fundação Lusófona (como contratos de compra, prestação de serviços, etc.).
As Instalações contam com Departamentos de Assuntos Legais específicos responsáveis por, em conjunto com esta Superintendência, tratarem dos assuntos jurídicos de interesse específico das Instalações.
DRE
A Diretoria de Relações Exteriores (ou Diretoria de Relações Diplomáticas) é o órgão responsável pelas ações diplomáticas de comunicação, cooperação, tratados, etc. da Fundação Lusófona junto a outras filiais da Fundação, governos, instituições, e demais grupos de interesse.
CPSCI
O Comitê de Padronização do Sistema de Contenção Institucional, em alguns casos simplesmente denominado como "Comitê de Contenção", é um órgão técnico organizado na forma de corpo multidisciplinar responsável pela padronização dos sistemas de contenção institucionais da Fundação Lusófona.
É responsável pela análise, desenvolvimento, formatação, manutenção e orientação de procedimentos formais e padronizados dentro da estrutura institucional da Fundação Lusófona para a classificação e contenção de objetos anômalo, tratando, especialmente de questões de categorização e qualificação taxonômica e terminológica.
Este Comitê não realiza a administração, ou fiscalização de procedimentos de contenção; os órgãos responsáveis por isto são a DAASI e a CSPS.
SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA
O Serviço de Inteligência da Fundação Lusófona é um órgão especial integrado ao Comando Militar e à DAASI, com a responsabilidade de trabalhar com produtos de inteligência de todos os tipos de fontes para operacionalizar e suportar as atividades dos demais órgãos da Fundação Lusófona.
Dentro de suas atribuições, o Serviço de Inteligência engloba as funções de contrainteligência, desinformação, espionagem tática, monitoramento de recursos de inteligência e segurança interna.
COMANDO MILITAR
A Fundação Lusófona possui um contingente de forças armadas institucionais organizadas em decorrência da aquisição da Superintendência Brasileira do Paranormal e manobras políticas extantes que posicionaram a Fundação Lusófona com acesso aos recursos das forças armadas do Brasil e Portugal.
Os militares integrantes das forças armadas institucionais são membros da ativa, ou reserva de suas forças armadas nacionais respectivas, mas também funcionários não-militares que atuam em posições específicas dentro da estrutura do Comando Militar.
Contemporaneamente, as forças armadas institucionais estão organizadas para defender as áreas jurisdicionalmente protegidas pela Fundação Lusófona, com grande enfoque em processos de engenharia, inteligência, e logística para garantir a segurança, contenção, e proteção de ameaças à normalidade. Ainda, devido a distribuição geográfica das áreas de jurisdição, as forças armadas institucionais possuem capacidade expedicionária.
Cada Área, e Sítio da Fundação Lusófona pode ser entendido como uma base, ou "quartel" para um, ou vários grupos específicos das forças armadas institucionais, funcionalmente formando os "Departamentos de Segurança" de cada instalação segura.
As forças armadas institucionais são divididas em a) 3 armas principais: Aeronáutica, Exército, e Marinha; b) 3 armas especiais: Alto Comando, Comando de Operações Especiais, e Coordenadoria Superintendente de Proteção e Segurança; e c) 2 armas secundárias: Gendarmaria, e Corpo de Bombeiros.
ALTO COMANDO
O Alto Comando é responsável por administrar, e comandar os ativos, e passivos destinados às atividades de Segurança, Contenção e Proteção operacionalizadas pelas forças armadas organizadas da Fundação Lusófona, e a organização interarmas de suas divisões especializadas, e ramos específicos.
COE
O Comando de Operações Especiais (COE) administra as forças de operações especiais da Fundação Lusófona, que são forças estratégicas especialmente selecionadas, treinadas, equipadas, e organizadas no uso operacional de ações, técnicas, processos, e sistemas de combate, e inteligência militar-científica não-convencionais anômalos, e não-anômalos.
Atualmente é administrado pela General de Brigada Cláudia Araki.
As Forças-Tarefa Móveis da Fundação Lusófona estão sob responsabilidade do COE.
CSPS
A Coordenadoria Superintendente de Proteção e Segurança (CSPS), conhecida também como Força-Tarefa PT33-Ω — “LOCKPICKING LAWYERS”, é responsável por desenvolver e testar sistemas, operações, ou outras tecnologias de segurança, contenção e proteção institucional da Fundação Lusófona.
Para este fim, a CSPS realiza simulações/testagens de segurança como tentativas de invasão e tentativas de quebras de contenção nas instalações para avaliar, e aprimorar a qualidade de procedimentos, rotinas, e materiais utilizados institucionalmente, bem como providenciar treinamentos para a capacitação de funcionários.
Atualmente administrada pelo Major Márcio José Lobo.
GFL
A Gendarmaria da Fundação Lusófona (GFL) é uma força táctica responsável pela guarda, segurança, e proteção das instalações seguras da Fundação Lusófona; são os "oficiais de segurança" que de facto são lotados nas Instalações Seguras junto aos seus respectivos Departamentos de Segurança para providenciar a segurança cotidiana do local.
Ainda, possuem uma divisão forense com atribuições científicas e investigativas ligada ao Comitê de Ética para garantir o cumprimento de ações de segurança internas.
CBMFL
O Corpo de Bombeiros Militares da Fundação Lusófona (CBMFL) é uma força especial responsável por atividades e operações de defesa civil como buscas, salvamentos, resgates, socorros emergenciais, prevenções e combate à desastres, etc.
É um dos braços mais importantes da Fundação Lusófona pois auxilia na contenção, e solucionamento de colaterais causados por anomalias, além de providenciar legitimidade aos acobertamentos necessários às catástrofes ou outras calamidades.





