Vamos ver o que eu tirei desse artigo:
- o objeto é um pendrive virtualmente infinito com uma IA dentro
- essa IA tem como atividade copiar dados de pessoas aleatórias
- as pessoas próximas aparentemente são controladas pela IA
- o armazenamento é codificado de forma desconhecida
Meus problemas com isso:
A IA possuia algum objetivo que provavelmente não existe mais porém o objetivo novo dela não parece definido. O que ela quer fazer com os dados/pessoas controladas? As pessoas não demonstram (ou ao menos o artigo não exemplifica) estarem fora de si durante esse "controle", então o que de fato muda na vida delas? Se não foi detectada intenção ruim na IA do objeto, não seria mais lógico da fundação permitir as atividades dela afim de descobrir mais? E se ele é facilmente mantido na faraday, não seria seguro?
No fim das contas me lembrou o liquidificador do Charada, só que sem o Jim Carrey ficando louco.
Me parece que falta coisa no artigo.