Dei uma lida e o que posso aconselhar é: rascunhe mais. Terminei de ler mais confusa que intrigada.
Resposta longa:
Como está agora eu acho que o item não é notável o suficiente para ser um SCP; é só uma máscara que vocaliza a memória de quem afeta e/ou a altera dependendo da situação mental do afetado. Recomendo que poste na página de Anomalias.
Eu não achei a ideia interessante por dois motivos: primeiro porque eu não entendi nada de nada do SCP como narrativa. Eu entendi separadamente que:
- É uma máscara que fala e muda de expressão, e se ‘machuca’ quando alguém a usa, além de sentir sentimentos.
- É uma máscara que vocaliza alguma memória ou observação que o indivíduo afetado por ela irá dizer ou pensar e pode alterá-la(?)
- É uma máscara com a alma de uma assassina, ou que leva pessoas a assassinar.
- É uma máscara que rouba tatuagens, ou possivelmente saiu de uma tatuagem.
- É uma máscara que tinha uma família.
Se eu entendi alguma dessas coisas erradas já é um sinal do que deve ser escrito de forma mais clara.
Eu entendo (e adoro) coisas meio misteriosas e sem explicação em SCPs, mas nesse nível não tem pé nem cabeça porque eu não entendo o que está acontecendo em diversas partes do texto ou como as coisas são associadas umas as outras.
Uma coisa que gostei foi a caracterização da personalidade da máscara, e sinto que uma aprofundada nisso aumentaria muito meu interesse pelo objeto; se fizesse algo mais ‘estudo de personagem’ com a ideia, explorando o passado da máscara e justificando por quê ela acha que ‘todo mundo diz o mesmo sempre’, a coisa da família, por quê ela fala desse jeito, etc, seria uma leitura super divertida ao invés de 'coisa que ti mata'.
Pra finalizar, a entrevista realmente me incomodou. O entrevistador soa muito passional e desde o início não parece ser alguém experiente com interrogação; parece que é alguém aleatório discutindo com a máscara após saber o que ela faz, ao invés de um profissional qualificado.