Parágrafo 1: Acho que um documento teria, no mínimo, uma menção de qual evento necessitou de uma avaliação de vários relatos.
Parágrafo 2: Que caracterização mais… emo. Não soa como alguém que tem que lidou com um monte de assuntos administrativos/éticos complicados e sim um menino de 15 anos reclamando do dia ruim na escola. Acho que precisa de mais maturidade e profissionalismo, afinal isso não é pra ser um relato oficial pra Fundação consultar a qualquer momento? A parte de "diário de menininha" ficou (acidentalmente?) engraçada e tira seriedade.
Parágrafo 3: Pra quê aplicariam amnésticos a um Classe-D recém-saído da prisão? Mesmo se quiser fazer a Fundação ser desnecessariamente cruel, não seria mais vantajoso se a cobaia tivesse culpa/arrependimento quando participasse dos experimentos? Porque ela saberia que merece estar lá, sem pensar que é inocente ou que a Fundação é uma organização do mal sequestrando gente aleatória querendo indoutrinar pessoas. Acho extremamente forçado o cara achar um parafuso solto do nada, e nenhum guarda (não Agente, guardinha mesmo) perceber que o cara tava fugindo e lançar um taser nele. Se não conseguem fazer o básico, pra quê estão sendo empregados?
Parágrafo 4: Por que um Agente estaria cuidando de Classes D? Enfim… Esse é outro que precisa de mais profissionalismo. O cara já deve ter lidado com problemas maiores do que um cara doido fugindo pra ser um Agente (com A maiúsculo), então por que ele está choramingando tanto? Não estou reclamando dele ter sentimentos humanos, mas ele não parece alguém capaz de executar funções básicas do trabalho dele e acho que os psicólogos no local já teriam percebido isso e oferecido orientação e supervisão à ele, se essa foi a gota d'água pra ele se matar. Essa prosa no final foi… extremamente não-realista. Eu não acho que ninguém que está desesperado ou surtando escreve assim, porque soa muito literário e florido. Acho que, com o começo todo do parágrafo, você quis passar a impressão de que o cara já estava depressivo, mas realmente não cola e ele passa como alguém mais puto com um dia do que um mês.
- Parágrafo adicional: Não precisava dele, ou poderia ser escrito de forma mais clínica, tipo "Agente João foi encontrado morto por um ferimento autoinfligido pela sua arma pessoal às 00:00hrs." A coisa dele ter se matado fica meio óbvia com o contexto, né.
Em geral eu acho a ideia legal, mas a execução deixa a desejar. Acho que precisa trabalhar mais em passar personagens e conflitos internos críveis, talvez ler outros materiais para entender como transparecer isso melhor. Se eu puder ajudar mais, me avise.
Conversamos sobre isso no Discord.
Editei o conto, o que acha agora?
Estava melhor antes, mas mesmo assim me pareceu vago em sua finalidade.
Se é pra retratar o cotidiano da Fundação, tem coisa que não bate. O O4 não tem importância na história, o classe D teve sua segurança desleixada demais e o guarda/agente com certeza teria treinamento psicológico pra aguentar ler um diário ou tirar uma vida.
Do jeito que estava antes me passava uma ideia de que havia algo anômalo no diário, porque das 3 pessoas que escreveram nele duas morreram. Ainda mais se você perceber que as que morreram concretizaram sua missão (fugir no caso do D e matar o D no caso do agente) enquanto o 04, que sobreviveu, deixou o trabalho dele para outro. Teria sido mais interessante explorar isso.
bem, na verdade, acho que se eu colocasse características anômalas no diario, o conto perderia o sentido..
o objetivo do conto é mostrar diferentes sentimentos por parte dos funcionários
o O4 n liga pro classe d ou o guarda, enquanto o guarda se preocupa c tdo mundo e o ClasseD se preocupa com a liberdade
o objetivo do conto é mostrar um lado humano por parte dos dois ultimos funcionários, enquanto o O4 está pouci se lixando
n é p o O4 ter importancia em história, e sim em finalidade.
Eu acho que você não está conseguindo passar esses sentimentos, tudo parece automático demais e por isso termina não tendo a mensagem atingida. Não sinto o drama do classe D querendo fugir, nem compreendo porque o guarda se mataria. Tudo isso somado à falta de vigilância na Fundação pra permitir que isso tudo ocorra, acaba por se distanciar do que se espera de um conto sobre a Fundação.
Não sei se consigo fazer alguma crítica construtiva, mas sugiro que leia mais, não só contos de SCP como livros em geral.
Vou tentar melhorar esses aspectos, e vou ver se passo uma idéia de inexperiencia no Guarda, que não estava preparado psicologicamente de forma correta…
Vou ver se consigo fazer com que todos esses aspectos fiquem mais claro..




