Muita Sabedoria É Muita Dor
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21 de Dezembro, 1985
Sítio-246

Salvar o mundo veio mais cedo do que o esperado.

O alarme disparou enquanto ela estava na academia. A academia dela, se ela pensasse nisso, já que um anexo inteiro dos níveis mais baixos havia sido reservado para ela praticar taumaturgia. Ela tentava não pensar nisso nesses termos; ela ainda estava se acostumando com a ideia de ter seu próprio quarto, ela não precisava de uma academia também.

O estrondo do klaxon quebrou sua concentração e interrompeu sua evocação. Ela xingava baixinho enquanto sentia a esfera de força ao seu redor começar a se dissipar, depois estremeceu com o som de algo batendo contra o casco externo. Era impossível dizer com certeza como a reação se manifestara, mas algo definitivamente explodiu na água lá fora.

Isso também não era bom para pensar sobre. O Sítio-246 foi construído no fundo do Lago Superior, em algum momento nos anos 60. Tecnicamente, ele foi reconstruído na década de 60 — o Sítio-246 original foi escavado sob o leito do lago pouco antes do início da 7ª Guerra Oculta para servir como uma instalação de armazenamento de alta segurança e um abrigo de emergência. Porém, construir uma base submarina com a tecnologia da década de 1930 — mesmo paratecnologia — acabou sendo muito ambicioso, e ele foi fechado quase assim que a guerra terminou. Seus cofres subterrâneos submarinos puderam inundar, embora túneis de acesso suficientes permaneceram herméticos para ajudar a construir o novo Sítio-246 no leito do lago acima do antigo.

O novo 246 não era menos ambicioso, mas avanços tecnológicos haviam facilitado sua realização. Ele tinha a intenção de servir como um centro de comando regional para a região dos Grandes Lagos, e ele atuou nessa capacidade por quase uma década — até que o mudar dos centros populacionais, a falta de uma pista de pouso no sítio, e a descoberta de um grande nexo na região levaram essa função a ser transferida para o Sítio 87 na Cova da Preguiça, Wisconsin. Como resultado, o Sítio-246 foi desativo, deixando apenas uma equipe de manutenção esqueleto para manter as luzes ligadas e a água fora.

E agora ele foi reativado por causa dela. Quando a Kappa-1 foi formada para capturar ela, eles utilizaram o 246 como local de preparação. Então, quando a Marcha de Sherman foi dissolvida e reorganizada em torno dela para criar a Delta-3, ela permaneceu no 246. As dezenas de milhões de galões de água fria do lago em que o sítio estava submergido forneciam uma ampla área para as reações selvagens de suas evocações, dando a ela um ambiente onde ela poderia refinar suas habilidades em relativa segurança. Se um feitiço particularmente desagradável ricocheteasse e transformasse um quilômetro cúbico do lago em pudim de limão, ninguém jamais saberia.

"Parece que é a nossa deixa, filha," disse Westbrook. Ele se afastou da parede em que estava encostado enquanto a observava treinar. "Tenho que me arrumar. Te encontro na sala de reuniões."

Ela assentiu com a cabeça enquanto ele trotava, então começou a caminha em direção à sala de reuniões. Ela já tinha tudo que ela precisaria: ela não havia se qualificado com uma arma ainda, e ela já estava em suas roupas de missão — um macacão cinza e confortável coberto de tiras e bolsos. Ela passou a usá-lo durante as sessões de treinamento, já que o material era à prova de fogo e à prova de balas — essa última propriedade ainda não foi necessária, mas nunca fere estar preparado. Os bolsos estavam cheios de barras energéticas extras, bugigangas mágicas variadas e alguns equipamentos básicos de sobrevivência que eram úteis de se manter.

Ela puxou uma das barras energéticas e a desembrulhou para comer enquanto caminhava. Ela havia consumido muita energia naquela última sessão, e provavelmente não teria muito tempo para descansar antes deles serem enviados. Se ela pudesse escolher, ela teria comido uma refeição de cinco pratos e talvez cochilado por algumas horas antes de partir, mas a barra energética teria que servir.

Florence foi uma das primeiras a chegar, então ela sentou-se perto do fundo da sala e esperou pelo resto da força-tarefa. Enquanto ela os observava entrar, todos vestidos em suas roupas de missão, ela estava ciente do fato de que ela era a única vestindo cinza — a cor de um agente especial. Ela sabia que a Delta-3 havia sido formada em torno dela e de suas habilidades, mas a coloração única de seu macacão servia como um lembrete de que ela estava, em muitos aspectos, sozinha.

Westbrook se sentou no assento vizinho e estendeu algo para ela. "O Comando finalmente aprovou o nome e a heráldica. Chegou enquanto estávamos na academia."

O adesivo da unidade para a FTM Delta-3 ('Mão de Salomão')

Ela pegou o objeto e o examinou. Ele era um adesivo circular de ombro para o seu macacão, o tipo usado para sinalizar a afiliação da FTM. O anel externo apresentava o Δ3 alfanumérico no topo; no fundo, havia o lema da força-tarefa, "Muita Sabedoria É Muita Dor". Dentro do anel estava uma mão esquerda estilizada, palma virada para baixo para exibir o Selo de Salomão nas costas.

"Mão de Salomão, hein?" Ela virou o remendo. A parte de trás estava em branco. "Acho que não vou ter tempo de colocar isso antes de sairmos."

"Aqui." Westbrook pegou o adesivo de volta, e então o pressionou contra o ombro direito dela. Ele ficou preso quando ele tirou a mão. "Tem um suporte magnético nele que combina com seu macacão. Não sai a menos que você dê um bom puxão, e facilita trocar insígnias na pressa."

"Eu posso ver como isso seria útil."

A sala ficou em silêncio quando Julian Corwin entrou, flanqueado por uma mulher em equipamento tático não-padrão. Ele gesticulou para que ela continuasse até a frente enquanto ele se virava e se retirava em direção ao projetor. Ele mexeu nele por alguns segundo até que ele zumbiu para a vida. Alguém apagou as luzes, e a agora familiar logo da Fundação apareceu na parede.

Corwin clicou para o slide seguinte, e o crachá de contenção foi substituído pelo emblema das Nações Unidas, coberto com um pentagrama. A mulher que havia entrado com Corwin parou na frente da tela de projeção e se virou para encarar a sala. Ao fazê-lo, Florence viu que ela tinha um emblema idêntico no ombro esquerdo.

"Eu espero ter sua atenção, skippers, porque eu não tenho tempo para me repetir", ela disse. "Meu nome é Katrine Andersen, que eu digo apenas como cortesia — embora estejamos operando juntos, eu espero que vocês me chamem pelo meu nome de chamada, que é Górgona. Observem a falta de um artigo definido." Ela olhou ao redor da sala, olhando fixamente para Westbrook por um momento. "Como vocês devem ter notado, eu sou da Coalizão Oculta Global. Especificamente, eu sou uma agente de FÍSICA designada para a Equipe de Ataque 8808. Vocês também devem nos conhecer como os Capturadores de Ratos."

Isso provocou um murmúrio suave dos membros da força-tarefa reunidos. Claramente, a equipe de ataque de Andersen tinha uma reputação.

Florence se inclinou para mais perto de Westbrook e sussurou, "Quem são os Capturadores de Ratos?"

"Caçadores de nazista," ele sussurrou de volta. "Eles são a principal força de combate da Coalizão contra a OBSKURA hoje em dia. Além do Golem, é claro."

Andersen esperou pacientemente por alguns segundos para deixar a sala se acalmar antes de continuar falando.

"Estou aqui hoje porque a Coalizão ativou o Artigo 13 do Acordo de Köln."

Isso silenciou todo e qualquer sussurro restante. Por um momento, pelo menos.

Florence tentava se lembrar do que ela sabia sobre o Acordo de Köln. Ele havia sido abordado, brevemente, no curso intensivo de normalidade e parahistória que ela recebeu, mas esse breve resumo já foi abreviado do que um recruta normal da Fundação teria recebido. O que lhe foi dito — ou pelo menos o que ela conseguia se lembrar disso — era que o Acordo de Köln havia sido assinado após a última guerra oculta para fornecer uma estrutura de cooperação mútua entre a GOC e a Fundação. Julgando pelas reações do resto da força-tarefa, o Artigo 13 era uma parte significativa dele — e uma parte que raramente era usada.

"O que aconteceu?" Westbrook perguntou, antes que a sala pudesse explodir em um falatório.

Andersen acenou com a cabeça para Corwin, que avançou o projetor para o próximo slide. Era uma foto em preto e branco da cabeça de um homem em uniforme. Apesar da natureza aparentemente oficial da fotografia, ele estava rindo. Um par de raios estilizados no colarinho o marcava como um membro da SS.

"Maximilian Bauer, líder de comando da Obskuracorps e criminoso de guerra fugitivo. Ele é um Tipo Azul com muito músculo e talento para feitiços de choque. Pegou o apelido 'Punho do Trovão' durante a guerra, e isso aparentemente apenas o encorajou. Uma equipe da Iniciativa Oculta Aliada conseguiu encurralá-lo em 45. Tudo que sabemos é que tudo a menos de cem metros foi eletrocutado e ele escapou. Ele está alegadamente por trás de uma dúzia de ataques da OBSKURA desde então, mas ele tem sido bom em ficar sob o radar." Ela pausou. "Até agora."

O projetor passou para um novo slide. Este mostrava uma imagem de um homem andando por um interior lotado. A julgar pelo ângulo e pela qualidade, era uma imagem parada de uma câmera de segurança. Embora a imagem estivesse embaçada, era claramente o mesmo homem da foto, mais algumas décadas.

"Cinco semanas atrás, ele apareceu em Thunder Bay, e ele fez questão de ser pego nas câmeras. Nós criamos uma equipe de avaliação para acompanhá-lo, mas ele caiu abaixo do radar novamente antes que eles pudessem chegar lá. Nós assumimos que ele estava tentando chamar a atenção do Agente Corwin, possivelmente com a intenção de atraí-lo para uma armadilha, e a resposta da Coalizão foi forçar ele a abortar."

"Por que ele estaria atrás do Comandante Corwin?" Florence perguntou, e então imediatamente se arrependeu de fazê-lo quando Andersen a encarou com um olhar irritado.

Do fundo da sala, Corwin pigarreou. "Bauer e eu temos uma vingança mútua que remonta à guerra. Eu esperava que ele tentasse acertar as contas faz um tempo agora."

Andersen balançou a cabeça levemente. "Um pouco mínimo, mas um resumo suficiente. A Coalizão há muito está ciente da inimizade de Bauer em relação ao seu comandante, e foi por isso que eu dei o passo de alertar pessoalmente o Agente Corwin de sua presença na região." Ela pausou para recuperar sua linha de pensamento anterior. "Porém, agora parece provável que Bauer tenha explorado nosso conhecimento de sua vingança como uma parte de uma estratégia cuidadosamente calculada."

Corwin tomou isso como o momento para trocar para o próximo slide. Este mostrava uma instalação militar fortificada. A julgar pela neve no chão, ela estava em algum lugar frio. A julgar pelo fogo, ela foi atacada.

"Na noite passada, quatro células separadas da OBSKURA realizaram ataques simultâneos às instalações da Coalizão na Jordânia, Noruega, Zaire e Brasil. Pouco após operadores da Coalizão se mobilizarem em resposta, um quinto ataque foi lançado em uma instalação em Quebec. Essa instalação abrigava um objeto que sua própria organização designou como SCP-3457-B6, uma das sete Chaves de Salomão necessárias para completar o Rito de Salomão. Esta é uma das três Chaves que nunca foram capturadas pela Obskuracorps durante a guerra, o que torna seu conhecimento dela e de sua localização ainda mais alarmantes."

Clique. Outro slide, outra imagem. Esta era uma foto de catálogo de uma corneta simples, esculpida em osso e suavizada até polir por séculos de desgaste. Uma etiqueta inserida na imagem foi cuidadosamente censurada e substituída com o texto 'SCP-3457-B6'.

"Adquirir este objeto foi a verdadeira motivação dos ataques da OBSKURA. Eu lamento informar que eles foram bem-sucedidos."

Ela disse isso como se estivesse lendo o número de mortos de um grande desastre, e o resto da força-tarefa reagiu com um chiado de desconforto. Florence se mexeu em sua cadeira nervosamente — ela estaria mais alarmada com as reações de seus colegas de equipe se não estivesse tão frustrada com sua própria falta de conhecimento.

Andersen continuou. "A maioria dos recursos de combate da Coalizão está atualmente ocupada, ou com o ataque da OBSKURA que ainda está em andamento em Zaire e na Noruega, ou com a objetivos pré-existentes da Segunda Missão dos quais eles não podem se desvencilhar. É por isso que o Conselho 108 invocou o Artigo 13, e porque agora estamos pedindo à Fundação que honre seus compromissos e nos ajude a impedir outra guerra oculta."

Com isso, a sala explodiu em um coro de perguntas gritadas.

Houve um apito penetrante do fundo da sala que cortou o barulho. "Silêncio, todos vocês", Corwin ordenou. "Os Overseers já concordaram com a solicitação da GOC. Esta força-tarefa estará sendo mobilizada em apoio à Equipe de Ataque 8808 em uma hora. Se vocês tem algum pergunta sobre a missão em mãos, eu sugiro que vocês perguntem agora. Sequencialmente."

Houve um murmúrio moderado de concordância dos agentes reunidos. Um deles na fila do meio do outro lado da sala levantou a mão.

"Qual é o objetivo real da missão?"

"Quebradores de código da Coalizão conseguiram se penetrar em canais de comunicação ativos da OBSKURA algumas horas atrás. Com base no que a gente tem conseguido interceptar, as forças em posse da Chave estão tentando se encontrar com Bauer perto de Timmins, em Ontário. Nossa missão é localizar Bauer — preferencialmente antes dele receber a Chave — eliminá-lo, neutralizar quaisquer elementos da OBSKURA na área re recuperar a Chave."

"Que tipo de resistência podemos esperar?"

"Difícil dizer. Relatórios de Quebec indicam que a força de ataque tinha pelo menos vinte homens e estava equipada com para-armas avançadas que a Coalizão classificaria como pelo menos Geração Dois Mais", disse Andersen. "Porém, dado o extenso nível de coordenação mostrado nesse ataque, é possível que eles tenham recebido reforços de outras células da OBSKURA. Estejam prontos para qualquer coisa."

"E o Bauer?" Florence perguntou. "Pelo que você disse antes, parece que ele é o peso pesado. Como devemos lidar com ele?"

"Com extrema hostilidade", Andersen respondeu. Ela pausou por um momento para estudar Florence mais a fundo. "Você é o ativo especial, eu assumo?"

Florence balançou a cabeça.

"Meu Deus, você é só uma criança," Andersen murmurou, alto o suficiente para ser ouvida. "Se vocês verem Bauer, não hesitem nem por um segundo. Atinjam-no com tudo que vocês tem, e não parem. Ele está fora da sua liga, eu garanto. Sua única chance de eliminá-lo será pegando-o de surpresa."

Westbrook inclinou-se um pouco para a frente para se colocar na linha de visão de Andersen. "Se ele é tão perigoso, por que vocês não estão trazendo seus próprios pesos pesados? Eu não ouvi falar de ninguém que pudesse ficar cara a cara com o Golem, e isso parece ser exatamente o seu tipo de dança."

"O Operativo Josef está… indisponível no momento", ela disse.

"Certo, mas ele não é seu único peso pesado. O que o resto dos seus magos de batalha estão fazendo para não poder ajudar?"

"Defendendo as outras Chaves."

"É muito conveniente para vocês, então, que esta força-tarefa tenha sido acabada de ser formada em torno de nossa mais nova ativa especial, que por acaso tem músculo o suficiente para enfrentar Bauer."

Andersen estreitou os olhos. "O que você está sugerindo, Agente Westbrook?"

Westbrook levantou suas mãos inocentemente. "Só imaginando o que vocês estariam fazendo agora se não tivéssemos apanhado a Firestarter."

"Um bombardeio estratégico de Timmins, provavelmente."

Isso extraiu outro murmúrio da sala.

"Sério?" Florence disse. "Isso parece um pouco exagerado."

"Possivelmente. Mas preocupações da Primeira Missão dispensam quaisquer riscos em potencial da Segunda Missão ou Terceira Missão levantados por esse curso de ação. Bauer não pode obter posse dessa Chave."

"Por que não?" Westbrook perguntou. "Tipo, eu entendo, os magos nazistas roubaram o item mágico, mas você tem que coletar elas todas para fazer o Rito, e vocês ainda tem as outras seis. O que faz dessa tão importante?"

Andersen hesitou. "É limitado o quanto eu posso lhe dizer pelos termos do Acordo de Köln."

"Este é um esforço ativo de contenção, o que significa que a compartimentação normal de dados não se aplica."

"Essas restrições devem ser relaxadas apenas de forma discricionária."

"Então use sua discrição. A OBSKURA claramente já sabe, então não faz sentido nos manter no escuro se você quiser nossa ajuda."

Ela suspirou. "Muito bem. Vocês sabem que as Chaves, quando usadas como parte do Rito de Salomão, podem ser utilizadas para prender e comandar o demiurgo?"

"Sim, eu reuni isso do arquivo."

"Bem, o que seu arquivo não diz é que cada uma das Chaves é um poderoso talismã por si só. A Sexta Chave, especificamente, permite dominar e controlar as mentes da maioria dos humanoides."

Westbrook xingou. Ele não foi o único.

"De fato," Andersen disse. "Com esse artefato em sua posse, Bauer poderia criar um exército de fanáticos utilizando lavagem cerebral e usá-los para reacender a guerra oculta a sério."

"É por isso que seus outros pesos pesados estão defendendo as Chaves restantes."

"Precisamente. Se nossa missão falhar, nós precisamos estar preparados para guerra aberta com uma Obskuracorps ressurgente."

Florence olhava para a agente da GOC em um silêncio atordoado. A última guerra oculta havia sido travada sob o disfarce do maior conflito convencional já travado, contra um inimigo que tinha um grande interesse em manter a Máscara intacta. Uma nova guerra não teria nenhuma dessas coisas. A OBSKURA manteve a Máscara apenas para se esconder das caçadas em andamento da Coalizão. Com um exército atrás deles, eles poderiam explodi-la sem pensar duas vezes.

Independentemente de quem ganhar, uma nova guerra significaria o fim da normalidade. O fim do mundo.

E seu trabalho era matar o homem que tentaria começá-la. Sem pressão.

Corwin se levantou para falar. "Eu já lutei uma guerra contra esses idiotas nazistas, e eu não pretendo lutar outra. Nós não vamos falhar."

Essa proclamação foi recebida por um coro de concordância de toda a sala.

Corwin olhou para todos por sua vez, e depois acenou com a cabeça. "Vamos lembrá-los do porquê de termos vencido a guerra. Delta-3, dispensada."

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