SCP-060-PT
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4/060-PT NÍVEL 4/060-PT

ULTRA SECRETO

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Item nº: SCP-060-PT

Classe do Objeto: Seguro

Nível de Ameaça: Amarelo

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Interior do Hospital Colônia de Barbacena, posteriormente designado como SCP-060-PT, durante a década de 1950.

Procedimentos Especiais de Contenção: A fim de impedir o acesso à área na qual encontra-se SCP-060-PT, a Força-Tarefa Móvel PT60-β deve regularmente patrulhar o perímetro ao redor de SCP-060-PT. Quaisquer indivíduos que aproximem-se de SCP-060-PT devem ser instruídos a deixar a área e informados de que esta vem sendo periodicamente monitorada para esforços de conservação.

Iniciativas de entrada no interior de SCP-060-PT somente devem ser executadas mediante à autorização de superiores. Indivíduos que adentrarem em SCP-060-PT são estritamente proibidos de permanecerem em seu interior por um período superior à 5 minutos.

Indivíduos expostos às propriedades anômalas terciárias de SCP-060-PT e/ou indivíduos que façam qualquer tipo de contato com instâncias de SCP-060-PT-α devem ser tratados com amnésicos Classe-A e diretamente encaminhados para tratamento psiquiátrico em um dos Setores de Saúde Mental do Departamento Médico da Fundação. Sob nenhuma circunstância indivíduos expostos às propriedades anômalas de SCP-060-PT, bem como às propriedades anômalas das instâncias de SCP-060-PT-α, devem novamente entrar em contato com SCP-060-PT. Indivíduos que não obtiveram êxito em deixar o interior de SCP-060-PT em decorrência de suas propriedades anômalas secundárias e, posteriormente, primárias, devem ser dados como perdidos.

Descrição: SCP-060-PT é a designação dada ao instituto psiquiátrico Hospital Colônia de Barbacena, situado no estado de Minas Gerais, após uma seriação de incidentes ocorridos no instituto entre os anos de 1903 e 19841.

O interior de SCP-060-PT é habitado por entidades humanoides incorpóreas, de compleição espectral, coletivamente designadas como SCP-060-PT-α. Aproximadamente 85% das instâncias de SCP-060-PT-α tiveram suas aparências identificadas como sendo as mesmas de pacientes de SCP-060-PT entre os anos de 1906 e 1981.

As propriedades anômalas SCP-060-PT somente irão se manifestar no caso de um indivíduo adentrar e permanecer em seu interior por um período superior à 5 minutos. Posteriormente a esse período de tempo, as propriedades anômalas terciárias de SCP-060-PT irão se manifestar, fazendo com que indivíduos em seu interior sejam diretamente afetados no que se refere a sua índole e estado mental, demonstrando sintomas característicos de transtornos psíquicos em estado avançado, sendo aqueles identificados até o momento o CID2 10 - F41.03, caracterizado por intensas crises que externam sentimentos extremos de desespero e medo, comumente resultando em um infarto agudo do miocárdio naqueles afetados por SCP-060-PT, e o CID 10 - F41.14, por meio do qual manifestam-se elevados sentimentos de ansiedade, insegurança, medo e preocupação.

Indivíduos afetados pelas propriedades anômalas terciárias de SCP-060-PT apresentam sequelas que interferem constantemente em sua vida diária. Tais sequelas consistem em constantes episódios psicóticos, por meio dos quais o indivíduo experiencia alucinações tanto visuais quanto auditivas de elevada intensidade, através das quais relata estar visualizando e ouvindo instâncias de SCP-060-PT-α, mesmo que esteja distante da localização de SCP-060-PT. A utilização de amnésicos Classe-A e intensivo tratamento psiquiátrico mostraram-se relativamente eficientes na diminuição da ocorrência de episódios psicóticos.

No caso de um indivíduo permanecer em SCP-060-PT por um período superior à 10 minutos, SCP-060-PT manifestará suas propriedades anômalas secundárias, que consistem na modificação estrutural autônoma de SCP-060-PT conforme o indivíduo em seu interior tentar deixar o local. SCP-060-PT modificará sua estrutura interna de modo que esta desenvolva um caráter labiríntico de alta complexidade. Posteriormente a esse evento, SCP-060-PT manifestará suas propriedades anômalas primárias.

As propriedades anômalas primárias de SCP-060-PT consistem na manifestação de uma anomalia espaço-temporal que ocasiona a transportação de quaisquer indivíduos em seu interior para o instituto Hospital Colônia de Barbacena durante algum momento da década de 1940, quando este ainda não encontrava-se sob custódia da Fundação. As propriedades anômalas primárias de SCP-060-PT somente irão se manifestar no caso de um indivíduo permanecer em seu interior por um período superior à 20 minutos. Funcionários da Força-Tarefa-Móvel-PT-60-β que foram afetados pelas propriedades anômalas primárias de SCP-060-PT foram posteriormente identificados como instâncias de SCP-060-PT-α (para mais informações, ver Adendo-060-PT-002).

No que se refere às propriedades anômalas das instâncias de SCP-060-PT-α, estas somente irão se externar caso um indivíduo faça qualquer tipo de contato com as referidas instâncias. Na ocorrência de um evento como esse, as instâncias de SCP-060-PT-α tentarão comunicar-se verbalmente para com o indivíduo que entrou em contato consigo.

As instâncias de SCP-060-PT-α, quando comunicam-se verbalmente para com um indivíduo, comumente irão solicitar por ajuda através de falas como "nos ajude", "precisamos de você", "você é único que pode fazer isso" etc.

Qualquer indivíduo que tenha entrado em contato com instâncias de SCP-060-PT-α irão posteriormente sofrer de alucinações auditivas através das quais relatam ouvir "as vozes das instâncias de SCP-060-PT-α emitindo gritos intensos e solicitando constantemente socorro". Indivíduos afetados pelas propriedades anômalas de SCP-060-PT-α alegam que as alucinações auditivas adquirem maior intensidade conforme os dias avançam. A utilização de amnésicos Classe-A e tratamento psiquiátrico intensivo para com indivíduos afetados pelas propriedades anômalas de SCP-060-PT-α mostraram-se eficientes, embora não tanto quanto a utilização destes naqueles afetados essencialmente por SCP-060-PT.

Adendo-060-PT-001: Entrevista com Cabo Rodrigo - Registro de Entrevista-060-PT

Entrevistado: Cabo Rodrigo, atualmente em tratamento psiquiátrico intensivo.

Entrevistadora: Dra. Souza.

<Iniciar Registro>

Dra. Souza: Desculpe, estamos gravando agora. Você poderia me falar novamente o que as vozes dizem? Que tipo de vozes são?

Cabo Rodrigo: (Cabo Rodrigo para por um minuto, cobrindo seu rosto com suas mãos antes de prosseguir com a entrevista) Elas são vozes de todas as idades. Crianças, adultos, idosos… elas estão ao seu redor a todo o momento. Dizem para você "libertá-las, usar a chave e deixá-las descansar em paz". Coisas assim. Além disso, elas gritam. Elas gritam muito. Elas dão gritos que, puta merda, não consigo nem descrever. Apenas consigo dizer que são insuportáveis.

Dra. Souza: Qual é a intensidade delas? Com que frequência você as ouve?

Cabo Rodrigo: Elas são muito, muito recorrentes, ocorrendo em uma intensidade elevada sempre que surgem. É como se estivessem martelando a sua cabeça, sabe? Elas ficam mais "agitadas" a cada dia que passa.

Dra. Souza: O que quer dizer com "ficam mais agitadas"?

Cabo Rodrigo: Os gritos ficam mais altos. Os gritos, eles… eles são de alguém que parece estar sendo torturado. Os gritos se misturam com som de choro quase sempre. Eu, de verdade, não consigo me controlar quando alguém chora perto de mim. Eu lembro deles imediatamente. Eu tenho enxaquecas quase sempre por causa disso.

Dra. Souza: Qual o impacto das vozes em seu cotidiano?

Cabo Rodrigo: (Cabo Rodrigo começa a demonstrar sinais de intensa tristeza, lacrimejando) É enorme. Eu não consigo me concentrar nas coisas como antes. Ultimamente, eu venho dormindo só 2 horas por dia. As vozes me dizem pra não dormir, mas, se eu não o fizer, sei que vou ficar ainda pior. Eu sinto que minha vida se tornou um inferno por causa delas. Você sabe o que fizeram lá, não sabe, Doutora? Você sabe o que fizeram com as pessoas que eram internadas lá?

Dra. Souza: Senhor, conversas triviais envolvendo assuntos não relacionados à Fundação não possuem relação com o objetivo de nosso diálogo. Por favor, voc-

Cabo Rodrigo: Eles as deixavam sem comida. Sem água. Sem roupas que cobrissem o corpo por completo e fornecessem conforto às pessoas. Era um esgoto a céu aberto. Eles… eles eram deixados lá pra morrer. Abandonavam-os quando sua morte estava próxima. As vozes me disseram que eram crianças que nunca nasceram. Crianças que morreram por conta de como a mãe foi tratada lá. Vítimas de estupro eram internadas naquela aberração apenas pra sofrerem com essa covardia de novo. Terapias de choque, terapias de choque e mais terapias de choque em pessoas que não precisavam disso. Pessoas que sequer eram diagnosticadas com algum distúrbio.

Silêncio. Cabo Rodrigo mostra-se visualmente nervoso.

Cabo Rodrigo: Isso é culpa nossa, Doutora. Culpa da negligência humana.

<Fim de Registro>


Adendo-060-PT-002: Entrevista com Cabo ████ - Registro de Áudio Recuperado pela Força-Tarefa-Móvel-PT-60-β

Entrevistado: Cabo ████, identificado como uma das instâncias de SCP-060-PT-α.

Entrevistador: Cabo Mateus.

<Iniciar Registro>

Cabo Mateus: Cabo ████, estou certo?

Cabo ████: Vejo que voltaram a este inferno. Não os culpo, de qualquer forma. Vocês não sabem o que acontece depois desta merda virar aquilo.

Cabo Mateus: O que você quer dizer com isso? Por que você se separou de nós naquela expedição? Você se encontra nesse estado em decorrência de seu próprio descuido.

Cabo ████: Eles me fizeram ficar aqui. Eu não pude ignorá-los. As vozes ficavam cada vez mais altas. Quanto mais eu queria sair por conta do limite de tempo que tínhamos, mais eu me senti disposto a ajudá-las. Alguma coisa estava atuando sobre mim. Eu precisava salvá-los. Eu precisava tirá-los daqui. Era isso que eles falavam na minha cabeça, ao menos.

Cabo Mateus: O que se seguiu após a separação?

Cabo ████: Depois de eu ter me separado de vocês, eu acabei me perdendo. Eu tentei encontrar a saída, mas, quanto mais eu andava, mais esta coisa mudava. Parecia que ela estava mudando sua estrutura pra me prender. Cheguei a um ponto em que eu estava totalmente perdido. Quando isso acontece neste lugar, seu interior se torna muito maior que seu exterior.

Cabo Mateus: Após você se encontrar nessa situação, o que ocorreu? As instâncias demonstraram comportamento hostil? Como você chegou a esse estado?

Cabo ████: Na verdade, o que acontece aqui depois do limite de tempo é muito, muito pior do que você deduziu. Você sabe o que acontece se a gente fica aqui por mais que 5 minutos. Nós ficamos psicóticos. Se a gente fica aqui por mais tempo ainda, entretanto, coisa diferentes acontecem dependendo do período de tempo. Eu tentei mensurar o tempo, então tenha em mente de que são só estimativas. Se quiser testá-las, faça por sua própria conta e risco. Cerca de 10 minutos aqui fazem com que o lugar fique "consciente" e se transforme num labirinto pra te prender. Uns 20 minutos aqui fazem você voltar no tempo e ficar deste jeito. Você volta pra quando este lugar nem era da nossa conta. Você não vai estar no 060-PT, mas, sim, no Hospital Colônia de Barbacena. E, por mais irônico que seja, a segunda opção é mais assustadora.

Cabo Mateus: Você foi transportado para qual época? Quais foram suas ações ao se encontrar nessa situação? Possui alguma noção do ano em que se encontrava?

Cabo ████: Bem, quando eu voltei, eu era um paciente do instituto. Meu uniforme estava totalmente diferente, como o de um paciente, mesmo, só que em um estado totalmente precário. Eu acordei numa sala de terapia de eletrochoque. Eu era o próximo. Eu estava com muitos outros indivíduos lá. Todos estavam em um estado que eu nem consigo descrever. Alguns convulsionando. Alguns gritando por socorro. Alguns chorando. E eu não estava muito longe disso. Lembro de ser duramente espancado por uns 3 funcionários só por querer me situar. Eu não podia fazer nada. Eu estava em 1943, pelo que eu saiba, porque eu me lembro de alguém citar a data. Então, os anos se passaram e eu me tornei um "paciente" como todos os outros. Recebia o mesmo precário e horrendo tratamento que os outros. Nós dormíamos em folhas que eram colocadas no chão. Nossos uniformes não cobriam nada e fazia um puta frio durante a noite, menos que 10 °C, acho. Eu ocasionalmente morri por conta da situação precária desta merda. Depois disso, eu me tornei um deles. Anos se passaram após eu ter entrado nesse paradoxo e seus gritos ainda não saem de minha cabeça. Sabe qual foi a última coisa que vi, Cabo? Mães grávidas se cobrindo de fezes para que não se aproximassem. Isso é o que acontecem com todos que ficam aqui por muito tempo. Eles vivenciam aquele pesadelo psiquiátrico, aquele maldito inferno na Terra.

Cabo Mateus: Certo. Obrigado por cooperar conosco.

Cabo ████ Por favor, me diga: vocês pretendem retornar?

Cabo Mateus: Por que está interessado nisso?

Cabo ████: Todos aqui desejam ser livres. Queremos sair deste inferno em que nos prenderam e que chamavam de "hospital psiquiátrico". Queremos escapar do terror que nossa própria espécie criou. Nos ajude. Você pode fazer isso. Você tem a chave. Por favor, use-a para abrir o portão que nos sela e nos impossibilita de descansarmos. Por favor, eu te imploro. Nos liberte. Nos proteja. Nos salve.

<Fim de Registro>


Adendo-060-PT-003: Anotações feitas pelo Cabo Rodrigo após ser exposto às propriedades anômalas das instâncias de SCP-060-PT-α

Anotação 1, 24/01/2013: Estou começando a ouvir vozes. Essas vozes me dizem para libertá-las de sua prisão. Libertá-las daquele lugar. Eu não quero ir lá. Eu apenas quero que elas parem, contudo parece que elas têm ficado mais intensas conforme os dias passaram. Mais altas, mais diversificadas, mais imponentes… elas também começaram a manifestar-se por gritos. Eu não estou conseguindo dormir por causa deles. Eles são muito altos. Mesmo quando eu consigo dormir, eles estão lá. Nos meus pesadelos. Isso está começado a ultrapassar as barreiras do suportável.

Anotação 2, 29/01/2013: Ainda mais intensas. Elas estão começando a chorar. É como se estivessem arranhando minha cabeça com suas palavras. Eu não quero mais isso. Estou começando a perder traços da minha sanidade por causa dessas… dessas coisas, eu não sei que merda elas realmente são. Por que eu tenho de salvá-las? Por que eu estou sendo perseguido? O que ocorreu com elas pra ficarem desse jeito? Eu não quero saber. E, muito menos, não quero ir pra esse lugar que elas tanto falam. Eu não quer nem chegar perto. Eu apenas quero que estes demônios saíam de minha cabeça e me deixem paz. Eu não quero mais sofrer por algo que eu nem fiz. Apenas parem. Parem de gritar. Parem de me perseguir. Parem de arrancar pedaços do meu ser.

Anotação 3, 06/02/2013: As vozes. Aquelas malditas vozes. Sabe o que elas me disseram? Elas me disseram que nunca existiram. Elas me disseram que são crianças que nunca viram a luz do dia. Sabe por que? Porque, onde quer que isso tenha acontecido, eles… eles, fizeram coisas horríveis com suas mães. Elas tiveram de se cobrir com fezes pra não tentarem fazer algo com seus filhos. Tiveram de dormir no chão, no frio, só pra deixarem-os vivos. Mas de nada adiantou. As vozes me disseram que suas mães morreram espancadas e, depois disso, seu corpo foi… foi vendido. Foi vendido como se fosse um objeto descartável. Eu não sei o que dizer sobre isso. Elas também me disseram que ter de ficar em um esgoto a céu aberto colaborou para sua ruína. Socorro. Elas estão falando comigo agora, enquanto eu escrevo isso. Diga para elas pararem. Faça-as pararem. Deixem-me surdo. Eu quero que isto pare.

Anotação 4, 11/02/2013: As vozes mais adultas me disseram que tiveram suas unhas arrancadas com alicates e, logo após, foram… foram abusadas. Elas me disseram que fizeram isso com elas para que não pudessem fugir. Mas que merda é essa? Por que? Por que? Por que? Elas ainda disseram que, depois disso, no seu leito de morte, elas foram simplesmente abandonadas. Parem. Parem. Parem de me dizer essas coisas. Parem de me falar sobre essa porra de lugar. Eu não quero mais sofrer com isso. Calem a boca. Fiquem quietas. Deixem-me anotar em paz. CALEM A BOCA.

Anotação 5, 29/06/2013: Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça. Saiam da minha cabeça.

Anotação 6, 03/08/2013: Elas estão aqui. Elas estão trancadas comigo em meu quarto. Elas estão gritando em meus dois ouvidos. Elas estão chorando. Elas estão dizendo que estão sendo queimadas vivas e que eu preciso ir lá e libertá-las o mais rápido possível. Por que elas gritam tanto? Parem de chorar. Por favor, eu imploro, parem de chorar.

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