SCP-357
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Item nº: SCP-357

Classe do Objeto: Seguro Euclídeo

Procedimentos Especiais de Contenção: Uma amostra semente de 10 kg de SCP-357 deve ser contida em um recipiente hermeticamente fechado dentro de uma sala de 3 m x 3 m x 3 m no Sítio-19. Amostras retiradas do recipiente não devem exceder 1 kg. Um registro detalhado deve ser mantido de todo SCP-357 que é produzido, completo com registros precisos do que foi usado para alimentá-lo e quanto da amostra foi subsequentemente destruída por compressão.

A massa do recipiente deve ser monitorada eletronicamente. Mudanças na massa que não sejam contabilizadas pela remoção ou devolução de amostras resultarão em um confinamento automático desta seção do Sítio-19, visto que isso indica que uma violação do recipiente pode ter ocorrido.

A menos que seja fornecida aprovação de Nível 4, pesquisadores não devem expor SCP-357 a temperaturas superiores a 100°C. A quantidade exposta a essas temperaturas nunca deve ser superior a 1 mm3, em nenhuma circunstância.

Descrição: SCP-357 é uma substância maleável com uma densidade de 250 kg/m3. Observa-se que o material reflete toda radiação com 100% de eficiência. Até o momento, análises químicas de SCP-357 não produziram resultados conclusivos. Microscopia eletrônica de SCP-357 não mostrou nenhuma granularidade inerente em nenhum nível. Esses dois últimos resultados sugerem que SCP-357 pode não ser de natureza atômica; entretanto, não há hipóteses satisfatórias de como matéria bariônica é capaz de interagir com ele.

Quando permitidos a interagir fisicamente com SCP-357, pesquisadores o descrevem como tendo uma consistência semelhante à do composto de modelagem da marca Play-Doh. No entanto, ao contrário de Play-Doh, SCP-357 não manterá sua forma por nenhum período de tempo se deixado em repouso. Ele assentará a uma taxa de aproximadamente 0,5 cm por minuto até reproduzir a forma do interior do seu recipiente. SCP-357 formará um menisco dentro do recipiente com 7,5 cm de altura. A espessura da substância no topo do menisco é de 1 mm, ponto em que se funde com a superfície do recipiente seguindo uma curva gaussiana. Se for permitido assentar em uma superfície plana, SCP-357 se espalhará até que sua espessura média não seja superior a 1 mm. A borda da massa segue a mesma função gaussiana que é vista no menisco.

Se matéria sólida for colocada em um recipiente de SCP-357, ela afundará na substância a uma taxa constante de 0,5 cm por minuto. SCP-357 deslocará o volume apropriado como qualquer outro fluido faria. Se o objeto sólido for totalmente absorvido por SCP-357, se tornará impossível de distinguir entre ele e a substância de SCP-357. Teorias variam do objeto assumindo as propriedades de SCP-357 ao o objeto sendo substituído por um volume correspondente de SCP-357.

Se uma pressão homogênea de pelo menos 100 N/cm2 for aplicada a uma amostra de SCP-357, o material diminuirá de tamanho a uma taxa de 1,3 cm3 por minuto ou mais, dependendo da magnitude da pressão. Quando comprimido dessa maneira, a densidade de SCP-357 não muda. Em vez disso, a massa diminui na mesma taxa que o volume. Para onde vai o excesso de massa é atualmente desconhecido. Se comprimido a aproximadamente 1 mm3 à temperatura ambiente, nenhuma força é capaz de diminuir mais o tamanho.

Aplicação de pressão de vácuo não aumenta o tamanho de uma amostra de SCP-357. O único método encontrado para aumentar a massa de SCP-357 é por meio do encapsulamento de um volume.

Adendo 357-1: SCP-357 foi inicialmente produzido por um ciclotron em 19██ em [DADOS EXPURGADOS]. Os pesquisadores responsáveis na universidade receberam amnésticos Classe B, com a exceção de Dr. R███████ B█████, que recebeu liberação de Nível 2 e permissão para fazer pesquisas adicionais sobre SCP-357. Até o momento, os resultados do experimento inicial que produziu SCP-357 não puderam ser reproduzidos. Como precaução, laboratórios de física de partículas e aceleradores de partículas são monitorados periodicamente por descobertas semelhantes.

Adendo 357-2: SCP-357 está com revisão pendente para uso no descarte de objetos perigosos mantidos pela Fundação.
Até que as propriedades de SCP-357 sejam mais concretamente compreendidas, particularmente em ambientes de alta energia, a aprovação está sendo negada. Já está claro que SCP-357 não deveria ser exposto a alguns objetos, devido ao risco de expansão ilimitada do material. -O5-█

Adendo 357-3: Alguns funcionários foram pegos fumando dentro das instalações e exalando em SCP-357 na tentativa de esconder as evidências. Isso é altamente desencorajado devido a considerações de segurança, problemas de saúde e risco de ingestão acidental. Fotos de arquivo dos Experimentos 357-3 e 357-4 estão disponíveis livremente para aqueles que continuarem a praticar esse abuso de propriedade da Fundação.

Registro de Experimento 357-1:

Data: ██/██/████
Objeto: Uma (1) bola de pingue-pongue.
Procedimento: SCP-357 é permitido a absorver totalmente a bola enquanto em um recipiente sobre uma balança eletrônica.
Detalhes: A bola é vista afundando na amostra de SCP-357. Quando a bola desaparece por completo de vista, a balança relata um aumento de massa de 5,6g, equivalente à diferença entre a massa da bola de pingue-pongue e a do volume equivalente de SCP-357.

Registro de Experimento 357-2:

Data: ██/██/████
Objeto: Uma massa de SCP-357.
Procedimento: Uma amostra de SCP-357 é moldada em uma caixa e colocada em uma balança eletrônica. Antes de poder se estabelecer, a tampa da caixa, também moldada em SCP-357, é colocada sobre ela.
Detalhes: Um aumento de massa é detectado, excedendo a massa da tampa. Bissecção da caixa mostra que ela agora é uma massa sólida de SCP-357.

Registro de Experimento 357-3:

Data: ██/██/████
Cobaia: Um Rattus norvegicus saudável.
Procedimento: Uma amostra de 5 mm3 de SCP-357 é colocada dentro da comida do rato. O rato deve ser monitorado por 24 horas após a ingestão ou até a morte, momento em que deve ser dissecado.
Detalhes: Uma hora após a ingestão, SCP-357 é observado sendo eliminado do sistema digestivo do rato. Logo depois, a cobaia exibe uma resposta de dor. Observa-se que a dor aumenta com o tempo. Embora a massa do animal não mude, uma quantidade crescente de SCP-357 é eliminada do corpo, concluindo com um fluxo contínuo após três horas. Morte ocorre poucos minutos após este evento. Dissecção revela que todo o trato digestivo foi convertido em SCP-357, junto com vários órgãos circundantes. Acredita-se que a morte tenha sido causada por perda de sangue.

Registro de Experimento 357-4:

Date: ██/██/████
Cobaia: Um Rattus norvegicus saudável.
Procedimento: O procedimento é idêntico ao Experimento 357-3. A cobaia recebe um suprimento intravenoso de sangue para prevenir a morte prematura.
Detalhes: Observações até a marca de três horas correspondem às do Experimento 357-3. O fluxo de SCP-357 extrudado do rato continua a uma taxa constante. Após mais 30 minutos, a cobaia torna-se cada vez mais letárgica. 15 minutos depois, ocorre a morte. Dissecção mostra que muitas das vísceras do rato foram substituídas por SCP-357. junto com uma porção significativa de sua massa muscular. A causa da morte é determinada como sendo devido à conversão de parte do músculo cardíaco em SCP-357.

Registro de Experimento 357-5:

Data: ██/██/████
Objeto: SCP-357 em condições criogênicas.
Procedimento: SCP-357 é colocado em um ambiente de hélio líquido e comprimido mecanicamente.
Detalhes: Uma pressão de 100 N/cm2 é aplicada a SCP-357. A amostra consegue ser comprimida a apenas 0,01 mm3. Enquanto ainda comprimida, a mostra é permitida a retornar à temperatura ambiente. Quando a pressão é removida, a amostra retorna imediatamente a um volume de 1 mm3.

Registro de Experimento 357-6:

Data: ██/██/████
Objeto: SCP-357 em condições de alta temperatura.
Procedimento: SCP-357 é comprimido a 1 mm3 enquanto em temperatura ambiente. O mecanismo é então colocado em um ambiente de 1000°C e então libera a amostra.
Detalhes: A uma temperatura de 750°C dentro do mecanismo de compressão, SCP-357 expande com força suficiente para danificá-lo. 40 m3 de SCP-357 são produzidos em dez segundos, engolindo completamente a fornalha, US$50,000 em equipamentos e dois pesquisadores. Após uma hora, o volume da amostra diminui para o equivalente da matéria absorvida. Classe do objeto é alterada de Seguro para Euclídeo. Nenhum outro experimento de alta energia é permitido, a menos que possa ser definitivamente demonstrado que uma repetição do incidente não ocorrerá.

Registro de Experimento 357-7:

Data: ██/██/████
Objeto: SCP-357.
Procedimento: Uma amostra de 1 mm3 de SCP-357 é colocada em um recipiente de 40 m3. A temperatura ambiente é aumentada constantemente para determinar a taxa de expansão a partir da aplicação de energia térmica.
Detalhes: O experimento ainda pende aprovação de Nível 4. Modelos de expansão e mais investigações sobre procedimentos de segurança são necessários do Dr. B█████ antes que uma decisão possa ser tomada.

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