Sobre a Fundação Lusófona

A Fundação Lusófona foi criada em 1992, com a coalização da Fundação Brasileira, a Academia Científica do Anômalo e a Superintendência Brasileira do Paranormal. É uma subsidiária autônoma da Foundation, que opera intercontinentalmente em regiões Lusófonas do mundo, sendo dirigida pelo Conselho Lusófono de Diretores (ou O4-PT) e o Comitê de Éticas Lusófono que reportam diretamente ao Conselho O5.

Em 1942 durante o governo de Getúlio Vargas o estreitamento de laços dos Estados Unidos da América com o Brasil sob o pretexto da Política de Boa Vizinhança, permitiu o contato do governo Brasileiro com a Foundation. Na época o projeto de reorganizar a instituição pela influência dos EUA, tornaria-se a subsidiária Brasileira oficialmente no final do ano de 1943.

No ínterim da Segunda Guerra, e a política de neutralidade de Salazar em seu Governo de Estado Novo, a Foundation não foi capaz de estabelecer contatos relevantes com o órgão competente do país, a Academia Científica do Anômalo. Com o final do governo de Estado Novo em 1974, a Fundação Brasileira estabeleceu contato a instituição Portuguesa, e no final do ano de 1976, começaram a cooperar.

Apesar de consolidadas, os eventos que afetaram a Fundação Lusófona, principalmente as consequentes reformas e conflitos de interesse pré-autonomia governamental, causaram perdas significativas de ativos e passivos (especialmente históricos).


Histórico

A Fundação Lusófona possui raízes nas primeiras iniciativas do Império Português em criar uma instituição competente no controle de paranomalias existentes nas regiões consolidadas pelo Império Colonial Ultramarino Português, instaurando um órgão cientifíco-acadêmico capaz de estudar anomalias de maneira sistematizada.

Durante a invasão de Portugal por forças Franco-Espanholas, que ocasionou a fuga da Família Real para o Brasil, esta instituição precursora conhecida como A Real Academia de Ciências Paranormais ficou sob o controle das forças invasores.

Neste interím, no Brasil-Colônia, o órgão é restabelecido durante as promoções para o desenvolvimento da colônia brasileira por influência da Coroa Portuguesa. A Real Academia de Ciências Paranormais então passa a estudar e desenvolver paranomalias com o intuito de auxiliar os esforços da retomada de Portugal, tornando-se uma força relevante no cenário paranormal na América do Sul.

A retomada do controle de Portugal e o retorno parcial da Família Real para o país estabelecem o contato entre as organizações do cenário anômalo dentro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Porém, devido aos interesses opositores entre os reinos de Brasil e Portugal, e a proclamação da independência brasileira, as relações são descontinuadas. A instituição remanescente no Brasil Império é restruturada e renomeada simplesmente como O Conservatório Imperial.

Em 1889, a República é instaurada no Brasil. O Conservatório Imperial é reformado como a O Conservatório da República. Já na Era Vargas, é reformado durante o período da Segunda Guerra devido a influência política e econômica dos EUA em relações brasileiras, tornando-se a subsidiária Brasileira da Foundation.

De 1964 até 1985, a Fundação Brasileira sofreu dificuldades em atuar na América do Sul devido à intervenções do Governo Militar. A fim de reinstaurar o poder do Estado no cenário anômalo, o governo vigente fundou a Superintendência Brasileira do Paranormal para competir diretamente com a Fundação. Esta instituição focaria ativamente no estudo e criação de paratecnologias para o desenvolvimento do país e, com muito mais intensidade, na produção de anomalias de potencial agregador bélico.

Portugal tornando-se uma República, a Real Academia de Ciências Paranormais é restruturada e transformada na Academia Científica do Anômalo; atendendo as necessidades governamentais especialmente durante o regime de Estado Novo. Com a reinstauração de uma ordem democrática, a Academia torna-se um órgão autônomo.

Já em meados de 1986, com o relaxamento da intervenção militar no Brasil e a decadência da Superintendência devido a perdas consideráveis causadas por um experimento falho, a Fundação Brasileira e a Academia Cientifíca do Anômalo estreitam suas relações ainda mais, começando preparativos para o que iria se tornar a Fundação Lusófona. Adicionalmente, ativos e passivos da Superintendência começam a ser agregados à Fundação e, em 1992, a Superintendência é anexada completamente a Fundação Lusófona.


Conselho de Diretores O4

O Conselho Lusófono de Diretores, simplesmente denominado O4-PT, são quinze (15) indivíduos virtualmente essenciais para o funcionamento da Fundação Lusófona. De maneira homônia, estes indivíduos são responsáveis pela administração geral da filial, apoiando suas operações por meio de sua afluência, influência e expertise.

Indivíduos de Classe-D

A Fundação Lusófona reabilita e recondiciona indivíduos de Classe-D academicamente; oferecendo cursos politécnicos de formação em certas instalações. Isto possibilita um fluxo constante de indivíduos com know-how técnico para auxiliar nas diversas funções bases necessárias para o funcionamento de instalações. Além disto, possibilita que indivíduos reinseriram-se na sociedade após o período de confinamento.

Apesar desta política, a Fundação Lusófona não têm problemas com o conceito de "queima de arquivos" ou "terminações" dadas as circunstâncias corretas.

Grupos de Interesse

A Fundação Lusófona possui diversos Grupos de Interesse, na forma de organizações e instituições (algumas de relevância histórica) que operam primariamente em território lusófono.

Ativos da Fundação Lusófona

A Fundação Lusófona, devido a sua autonomia, possui suas próprias Instalações Seguras e [[Forças-Tarefa Móveis]]] pelo mundo Lusófono.

Classes Esotéricas

A Fundação Lusófona contêm objetos classificados como Thaumiel, dentre outras Classes Esotéricas de Objetos SCP.

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